domingo, 3 de outubro de 2010
Só o que me faz bem.
A partir de agora na minha vida eu só quero o que me faz bem. Amigos sinceros, risadas, dias de sol e amor verdadeiro.
Chega de tanta hipocrisia, sentimentalismo barato, tardes nubladas e toda aquela falsidade.
Eu percebi (finalmente) que eu não tenho mais 11 anos, que eu não sou mais uma criancinha boboca que precisa se auto-afirmar todo o tempo. Eu não preciso ter um milhão de ‘amigos’ pra estar feliz, nem de conquistar o menino mais bonito da turma.
Eu preciso na verdade da minha meia dúzia (tudo isso?) de amigos que me deixam alegre. Da minha família linda que me apóia o tempo todo. De um amor sincero que se importe mais comigo do que com seu ego inchado.
Então eu só peço, não me julguem por estar assim tão seca e sincera. Não me julguem por não suportar mais ‘amigas’ que não sabem viver sem precisar provar que são melhores que eu, ou por não querer mais passar meu tempo com caras que acham que só porque tem boa aparência podem tudo e vão conquistar tudo na vida sem esforço. Não meu julguem por não ser mais só aquela menininha doce, que se importa mais com os outros do que consigo mesma.
Isso se chama maturidade. Quem sabe um dia todos vocês a conheçam, é uma ótima amiga e conselheira. Ela me ensinou que eu posso sim ser doce, mas eu não preciso ser burra pra isso. Que amigos sinceros ficam felizes pelas nossas conquistas. E que por aí, em algum lugar existe alguém que usa o cérebro com destreza, e que vai realmente gostar de mim, só de mim.
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